A Maldição do Tigre


Edição: 1
Editora: Arqueiro
Autor (a): Colleen Houck
ISBN: 978-85-8041-026-6
Ano: 2011
Páginas: 352
Classificação: ★★★★★
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Sinopse

Paixão. Destino. Lealdade. Você arriscaria tudo para salvar seu grande amor? 
Kelsey Hayes perdeu os pais recentemente e precisa arranjar um emprego para custear a faculdade. Contratada por um circo, ela é arrebatada pela principal atração: um lindo tigre branco. 
Kelsey sente uma forte conexão com o misterioso animal de olhos azuis e, tocada por sua solidão, passa a maior parte do seu tempo livre ao lado dele. 
O que a jovem órfã ainda não sabe é que seu tigre Ren é na verdade Alagan Dhiren Rajaram, um príncipe indiano que foi amaldiçoado por um mago há mais de 300 anos, e que ela pode ser a única pessoa capaz de ajudá-lo a quebrar esse feitiço. 
Determinada a devolver a Ren sua humanidade, Kelsey embarca em uma perigosa jornada pela Índia, onde enfrenta forças sombrias, criaturas imortais e mundos místicos, tentando decifrar uma antiga profecia. Ao mesmo tempo, se apaixona perdidamente tanto pelo tigre quanto pelo homem.


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O que dizer deste que foi o melhor romance de 2011?
Sim, essa história me conquistou. Colleen conseguiu criar personagens que são simplesmente de tirar o fôlego, o senhor Ren (príncipe/tigre) que o diga.
Fiquei fascinada desde o princípio. A leitura fluiu tão bem que não  parecia que estava na sala/ônibus/recepção de consultório dentário eu realmente viajava através das lonas do circo, ou pelas ruas da Índia.  Foi uma aventura eletrizante.
Devo confessar que a história tem tudo para ser um grande clichê. Triângulo amoroso, príncipe perfeito, menina escolhida, maldições, lutas entre o bem e o mal, em fim, mas quer saber? Eu AMEI. Houck conseguiu misturar tudo como ingredientes de um bolo, e o resultado final foi esse apetitoso romance.
Durante a leitura pude me lembrar de várias outras histórias como “A Princesinha” pelo ambiente indiano, ou “As crônicas de Nárnia e a Cadeira de Prata”, “A Múmia”, “Indiona Jones” pelas aventuras.  Alguns momentos não pareciam que os personagens estavam na Índia, mas em algum lugar no Egito.  Mas isso não prejudicou a narrativa, pelo contrário, só contribuiu para seu lado original, um ambiente exótico cheio de aventura.
Os personagens são simplesmente cativantes. Apesar de ser a mocinha, o mocinho, e o irmão homem/tigre lindo de morrer, eles têm um toque de vida, parece que a qualquer momento poderia esbarrar com Kelsey, Ren ou kishan na rua (em suas versões humanas, é claro). Eles não são personagens simplesmente bonzinhos, ou malvados de todo.  São os mocinhos sim, mas com falhas, dúvidas e incertezas. Construir esses personagens fez com que a história realmente ganhasse vida.
Kelsey, uma menina meiga, batalhadora, que mesmo passando pela perda de seus pais, encontra nessa aventura um novo rumo para a sua vida. Alguns momentos ela chegava a ser irritante, com suas manias, complexos e incertezas, mas não tem como não se encantar por ela. E, Kel, eu entendo sua atitude!
Ren é simplesmente o príncipe/tigre perfeito. Um tanto sedutor, me fazia perder o fôlego em algumas muitas páginas. (namorado ligando em 3, 2, 1... rs). Sobre esse ponto, devo declarar que ele é sedutor não de uma forma grotesca, ou indecente. Achei a história super boa sem NADA de apelativa.  (vocês sabem o quanto eu sou chatinha para essas coisas). A autora conseguiu explorar esse lado sem ser vulgar, ou chocar seus leitores. Li uma resenha no skoob que falava sobre isso e resolvi trazer um trecho:

“O romance entre os dois foi lindo, bem sensual, mas nada vulgar. A descrição dos toques, dos cheiros e dos carinhos, foram feitas de uma forma bem suave, como a descrição de um ritual de conquista que não se vê hoje em dia. Tudo muito romântico, mas também muito intenso, uma vez que as brigas foram mais constantes do que os beijos rs. Como diria Zezé de Camargo “é ódio, é desejo, é sonho, é ternura”.” (Flávia Gimenes)

Kishan tem esse lado sedutor do irmão, ainda tem mais a se conhecer sobre esse príncipe/tigre, mas creio que irei descobrir mais sobre ele nos próximos volumes.
Sim, esse é o primeiro volume dessa saga exótica e eletrizante. Quando o livro foi chegando ao final, confesso que me deu um aperto no peito, uma nostalgia, não queria que a história acabasse, então não preciso nem dizer o quanto estou esperando pelo segundo livro da série, né?
Em fim, leitura recomendadíssima pra quem gosta de ação, mistério, magia e romance.

Até a próxima!

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